sábado, 9 de outubro de 2010

Nênes

Que interessante as surpresas da vida!
Hoje na aula da pós, falando sobre blogs, a Nena Geanne sugeriu que escrevesse sobre os Nênes!
Quem são os Nênes afinal?
Nênes são pessoas incríveis que foram se juntando durante o curso e que têm uma afinidade indiscutível!
Cada um de uma banda do Brasil, com histórias particulares e interessantes e que fazem dos momentos de aula mais que um aprendizado!
Os Nênes são nerds também! Nerd, nerd, nerd, nerd e nerd!
Pessoas especiais daquelas que Deus coloca em nosso caminho e que espero tenhamos uma convivência por mais tempo que a duração do curso!
Queridos, adoro vocês!!

Assim que a Nena Geanne enviar as fotos de hoje com a trupe completa, colocarei para ilustrar o post!

terça-feira, 6 de julho de 2010

O ritual do aperto de mãos
Estender e apertar as mãos é um gesto de acolhimento e amizade que se emprega em quase todas as civilizações, e que já perdura por milênios.Vale para todos os encontros e relações, quando se apresentam pessoas, reencontram-se amigos, quando se “fecham negócios”, até na recepção que o médico oferece ao paciente no consultório. Somos uma civilização do aperto de mãos. A gripe H1N1 trouxe um certo desconforto na prática desse cumprimento, já que o vírus pode, teoricamente, ser transmitido por esse tipo de contato. Mas a lavagem das mãos é preconizada há mais de um século e meio. Uma série de pesquisas vem tentando explicar porque os profissionais de saúde, os médicos particularmente, não lavam as mãos com a frequência que deveriam fazer. Os estudos quantificam o que chamam de “oportunidades” de lavagem de mão – momentos em que a lavagem das mãos traria benefícios para a segurança dos profissionais e do doente. Ou seja, cada vezque o profissional manipula um paciente, antes e depois da manipulação, quando toca o entorno do paciente, aperta o interruptor, desliga um aparelho, abre a maçaneta. “Tudo o que é feito imediatamente antes ou depois de lidar com o paciente é objeto de lavagem de mãos”, diz Galvanese. De alguma maneira, o contato passa (um possível vírus) de um objeto inanimado para o paciente, ou do paciente para um objeto inanimado. Os pesquisadores contam essas oportunidades de lavagem de mãos e quantificam quantas foram efetivadas. “Quando se faz a contagem pela primeira vez, o número de lavagens de mãos é muito pequeno, não chega a 40%. Depois que se faz um treinamento, as oportunidades aproveitadas quase dobram. Mas alguns meses depois, as atitudes voltam ao estágio inicial”, diz Galvanese. Esses estudos também mostram que os médicos são os profissionais que menos lavam as mãos, bem menos que os enfermeiros. Galvanese cita um pesquisador suíço Didier Pitet, presidente da comissãode controle de infecção hospitalar de um grande hospital em Genebra, que depois de muitos estudos concluiu que lavam as mãos aqueles que foram educados desde pequeno a lavá-las. Mudar os hábitos depois, fica muito difícil. Conclusões de outros estudos mostram que profissionais que trabalhamem UTIs, e que por isso estão a todo momento tocando o paciente ou o entorno desse paciente, não teriam tempo para lavar as mãos todas as vezes consideradas necessárias. Para esses profissionais, o emprego do álcool gel veio facilitar, já que seu uso é bastante mais rápido. Todos esses estudos trazem uma conclusão em comum, a de que os estímulos aos profissionais quanto aos gestos que podem evitar a infecção hospitalar devem ser permanentes, caso contrário, as práticas são esquecidas.

O Controle da Infecção Hospitalarno Estado de São Paulo
Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP)
Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP)
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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Saudades...

Hoje bateu uma saudade imensa do meu Catolinho...
Depois de tantos acontecimentos, acabei me voltando para o meu equilíbrio e meio que "esqueci" dele para não interferir no meu estado de espírito...
Mas agora, após recuperação, as imagens voltam, a rotina volta, e a falta deste ser maravilhoso é enorme!
Meu Catolo, espero que vc esteja bem, se recuperando e descansando ao lado de outros catolinhos... Quanta felicidade vc me deu! Nunca te esquecerei...

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Valorizando pequenas coisas...

Como é bom estar em casa depois de 1 semana de hospital! Melhor ainda é retomar aos poucos a rotina que, por muitas vezes, nos damos conta por ser tão trivial e automático!
Simplesmente colocar uma calça ou enxugar os pés sem depender da ajuda de alguém!!!
É nessa hora que a gente passa a valorizar cada detalhesinho na vida!
Não que tudo passasse desapercebido antes, mas Deus faz acontecer certas coisas para abrir nossos olhos! E temos que aproveitar e ser espertos e atentos para aproveitar Seus ensinamentos!
Passado o terremoto, a recuperação tem sido dentro do previsto... Como diz o ditado, um dia de cada vez...
Primeiro recuperar o físico e o espírito...
Planos para o futuro, depois a gente pensa nisso, no momento certo, quando Deus quiser...

domingo, 10 de janeiro de 2010

Viagem em família - Splendour of the Seas

Dia 1 - Partida de Santos - 15/12/09


Há quanto tempo não fazíamos uma viagem a família inteira! E claro, agora com os novos componentes da família!


Gi foi responsável por "convocar" a todos, pois se não fosse do jeito que foi, essa viagem não teria saído... Simplesmente: já fiz as reservas para todos!!! E cada um foi se ajeitando e dando um jeito de conseguir umas férias, uma folga... e assim foi!